Una vision sobre Brasil que podria ser Argentina

Arnaldo Jabor fue un cineasta y columnista muy conocido en Brasil. Escribio alguna vez esto a continuacion que recibi por email. Creo que no necesita traduccion. Me sorprendio que, sacando matices algunos matices muy particulares (El tema de los mulatos y la alegria brasilera entre otros) practicamente todo podria haber sido escrito en castellano y cambiado el nombre de Brasil por Argentina.
Y el que no lo crea asi, al menos podra tener una vision de como se ven algunos brasileros a si mismos

Verdade está na cara mas não se impõe!
>
> Arnaldo Jabour
>
> Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
> Brasileiro é babaca.
> Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem
> escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história
> de vida
>
> sofrida; pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para
> pobre na
>
> rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; aceitar que
> ONG’s de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos
> nossa
> criminalidade;
> Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários
> que
> queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É
> coisa de
> gente otária.
>
> Brasileiro é um povo alegre. Mentira.
> Brasileiro é bobalhão.
> Fazer piadinha com as imundícies que acompanhamos todo dia é o mesmo
> que
> tomar bofetada na cara e dar risada. Depois de um massacre que durou
> quatro
> dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar
> graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
> Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés
> de
> protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
>
> Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
> Brasileiro é vagabundo por excelência.
> O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam
> cargos
> públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando
> na
> verdade, são oriundos do povo.
> O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado
> receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da
> semana, também sente inveja e sabe – lá no fundo – que se estivesse no
> lugar
>
> dele faria o mesmo.
> Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais
> mensais
>
> para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida
> (realidade
> da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser
> adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
>
> Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
> Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
> Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar,
> provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe
> ser
> errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica
> indignado
> com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha
> dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
> 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira. Já
> foi.
> Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os
> negros
>
> e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram.
> Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra
> alternativa e não concordava com o crime.
> Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho
> seja
> aceito como aviãozinho do tráfico para ganhar uma grana legal.
> Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de
> se
> tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não
> milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na
> identificação
> de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas
> favelas.
> O Brasil é um pais democrático. Mentira.
> Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
> A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a
> uma
> minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi
> morto numa
>
> troca de tiros, foi executado friamente.
> Num país onde todos tem direitos mas ninguém tem obrigações, não existe
> democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe
> bovinamente
> ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro
> hipócrita.
> Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa
> sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas
> MP’s),
>
> seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros,
> senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
> Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim, o
> pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
> Democracia isso?
> Pense nisso!!!
> O famoso jeitinho brasileiro.
> Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a
> política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um
> “gato” puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra
> quebrar.
> No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais,
> caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado
> na
> loto… malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do
> planeta e o
> retorno é zero.
> Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí? Afinal somos penta
> campeões do mundo né?
> Grande coisa…
> O Brasil é o país do futuro.
> Caramba , meu avô dizia isso em 1950.
> Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta
> dos
> meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram…
> Brasil, o país do futuro!!!?.
> Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do
> mundo.
> Deus é brasileiro.
> Puxa, essa eu não vou nem comentar…
> O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos
> jornais a
> manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história
> brasileira.
> Para finalizar tiro minha conclusão:
> O brasileiro merece!
> Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de
> apanhar. Se
> você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus
> sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de
> bem
> assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances
> de
> ser a maior potência do planeta.
> Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo,
> álcool,
> bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
> Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

8 responses to “Una vision sobre Brasil que podria ser Argentina

  1. Olá hermano… yo voy postar en portugues, okay?

    Uma resposta a Arnaldo “Demagogo” Jabor, que discordo de 90% do que foi escrito

    1) Dizer que o Lula foi eleito apenas por ter uma história de vida sofrida é uma MENTIRA. Entre as várias razões para a maioria do povo ter votado nele, estão: a proximidade com o povo (ser nordestino, conhecer de perto a pobreza, ser humilde, ser retirante, e ter sofrido, também), a promessa de romper com a política privatista de governos anteriores, etc.

    2) Repetir a ladainha dos grandes empresários (cujo discurso é propalado pela imprensa) sobre a alta carga tributária do país é fazer como papagaio de pirata. Os grandes empresários do país querem pagar menos impostos (e quem não quer?). Mas, para isso, alardeiam que a carga tributária é a maior do mundo e que o governo não dá a devida contrapartida. Países desenvolvidos têm carga tributária ainda mais alta (mais de 50% do PIB em alguns casos). Veja parte de um editorial publicado no site da ONG Desemprego Zero:
    “É um lugar comum dizer que temos uma carga tributária da Suécia e serviços públicos de país africano pobre. Quem diz isso não sabe realmente qual é a carga tributária da Suécia, e conhece apenas de almanaque a situação dos serviços públicos na África. Com efeito, não conheço ninguém que repete essa frase que esteja realmente interessado em aumentar a qualidade dos serviços públicos no Brasil. Ela é dita pelos que querem reduzir nossa carga tributária aos níveis de país africano pobre, e ponto.”

    3) As “ONGs de direitos humanos” não dão “pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade” apenas. Elas lutam pelos direitos humanos DE TODOS OS HUMANOS. Elas precisam defender os direitos dos presos porque eles também são humanos (muitas pessoas defendem que não são!). Imagine a seguinte situação, digna de um livro de Kafka: Você é acordado às seis da manhã por um bando (pode não ser a melhor palavra) de policiais (pensando bem, pode ser) que invadem a sua casa, reviram suas gavetas levam o seu computador e você junto para a delegacia, não te informam sobre o que está sendo investigado, nem porque você está sendo preso. No dia seguinte, você descobre que sua linha telefônica foi clonada e a polícia estava atrás de outra pessoa. Ufa, que alívio! Agora, mudemos de crime: Você foi acusado de estupro, ou pior: aliciar crianças para o sexo. Agora imagine o que teria acontecido com você nessa noite na cadeia…
    A polícia brasileira é mal preparada, mal paga, não tem recursos para fazer investigações profundas, etc. Resultado: muitas pessoas inocentes são presas, processadas e muitas vezes, condenadas. As ONGs lutam também pelo devido processo legal, a que TODOS têm direito, ao invés da vingança pura e simples, como o linchamento (pena de morte de fato) ou a própria pena de morte legal.
    Ainda sobre a pena de morte: Você já percebeu que as pesquisas de opinião sobre a pena de morte são feitas logo após um caso chocante de violência, como o assassinato do João Hélio, no RJ? É claro que a maioria das pessoas na hora de responder à pesquisa lembra desses casos e o resultado só podia ser: a maioria é a favor da pena de morte. Nunca há uma discussão séria sobre o assunto. A pena de morte resolve o problema da violência?
    Veja o que diz Hélio Bicudo, renomado jurista:
    “Crimes violentos envolvendo celebridades – como o assassinato da atriz Daniela Perez – ou caracterizados por extrema crueldade por exemplo, o seqüestro seguido de morte da menina Miriam Brandão, em Belo Horizonte – são divulgados com grande sensacionalismo por toda a imprensa. E nessas ocasiões sempre volta à tona a questão da legalização da pena de morte no país.
    Falamos em legalização porque a pena de morte extralegal já se encontra institucionalizada na sociedade brasileira há muito tempo. Em São Paulo a Polícia mata e divulga o número de assassinatos cometidos por seis integrantes: só em 1992 foram mais de 1.500 pessoas, entre crianças, meninas, meninos, jovens, trabalhadores e, inclusive, delinqüentes, além de mais de cem detentos massacrados no Presídio do Carandiru. O exemplo de São Paulo pode ser estendido ao resto do país, onde a Polícia e as organizações parapoliciais – os esquadrões da morte e os justiceiros matam impunemente nas cidades e nos campos. Em Brasília, no dia 2 de fevereiro de 1993, um antigo membro dos chamados “setores da inteligência do Exército” – o major Sebastião Curió – protagonizou uma operação em tudo semelhante à atuação dos esquadrões da morte. Ele matou um adolescente e feriu outro, ambos desarmados, sob a alegação de que os rapazes, supostamente, furtavam mansões de militares na periferia da cidade.”

    “Nações civilizadas, como a Inglaterra, a França, a Alemanha e a Itália, já aboliram a pena de morte. Em outras, como nos Estados Unidos 39 estados norte-americanos aplicam a pena capital – não se pode dizer que a criminalidade tenha arrefecido, embora o número de execuções aumente a cada ano.”

    4) O único problema em se fazer piada com coisa séria é o cuidado que se deve ter para não ofender as famílias das pessoas atingidas pela violência. No mais, acho normal. Vários protestos foram feitos, sim, nas ruas de São Paulo e de várias cidades do Brasil. O que mais as pessoas deveriam fazer? Sair pelas ruas e enfrentar os bandidos? E a polícia, o que deveria fazer? Sair, como saiu, atirando indiscriminadamente pelas ruas da periferia (não do centro, claro) e matando vários inocentes?

    5) Se você oferecer 50 euros para um policial europeu, provavelmente ele não vai aceitar. Provavelmente porque, pelo salário que ele recebe, isso é uma ninharia, que não dá nem pra pagar um almoço. E por medo de ser pego também. No Brasil, um policial ganha uma miséria, que mal dá pra almoçar, portanto R$ 50 fariam diferença, sim. O salário de um policial militar no RJ, por exemplo, é de R$ 850. Imagine nos estados do Norte e Nordeste. Se a propina ao policial europeu fosse de 500 euros, será que ele recusaria? Os europeus são mais honestos que os brasileiros?

    6) R$ 90 por mês para não fazer nada eu também quero! Somados ao meu salário, é claro, porque viver só com esse dinheiro não é viver, é sobreviver. Só quem não conhece nada da realidade do Brasil miserável pode achar que as pessoas se contentarão com isso e ficarão o resto da vida sem procurar emprego pra melhorar ainda mais de vida. Só falta dizer que os beneficiários do bolsa-família vão aproveitar esse mensalão pra viajar pro exterior.

    7) Morar ao lado do bandido, num lugar onde a polícia só entra de tanque blindado, e ajudar a polícia a identificar criminosos? Será que você faria isso?

    8) O Brasil é um país democrático, sim. A vontade da maioria é lei, sim, desde que aprovada no Congresso. Quer propor uma lei? Procure o seu representante na Câmara. Se você não quiser votar, não vá! Pague uma pequena multa e fique livre desse grande sacrifício.

    9) O governo mais sujo da história brasileira… venceu em primeiro turno. Quando foi? Em 1994 ou em 1998? Sim, porque em 2002 e 2006 teve segundo turno. Outra coisa: como medir um governo corrupto? Quanto mais denúncias por parte de uma imprensa livre, como agora, maior a corrupção? Quanto menos denúncias por parte de uma imprensa amordaçada, como durante a ditadura militar, menos corrupção?

    10) Outras perguntas:
    Mulher de malandro gosta de apanhar mesmo?
    É só no Brasil que os políticos trabalham apenas 3 dias por semana?
    No Brasil, todos têm direitos e ninguém tem obrigações?

    11) Ah e só p’ra contar, eu sou nordestino, baiano, soteropolitano!

  2. imagenesycomentarios

    Valeu pelo comentario amigo!
    Nao entendi muito a onde voce quer chegar com a critica (alem de que nao gosta do Jabor).
    De todas formas, respeito o que voce pensa. Eu nao conheco muito do Jabor mais achei que muita coisa se aplica a realidade argentina. Se voce pensa que nao e assim no Brasil, disculpa, mais algumas pessoas pensam isto sim, tanto que andam mandando isto por email.
    Abraco!

  3. Eu sou brasileira e li a cronica porem em oposicao ao comentario acima concordo plenamente com a mesma. Moro fora do pais e so entendi a essencia e verdade existentes nos comentarios de Jabour quando olhei para o Brasil (ou america latina) de um outra perspectiva. E como aquele velho ditado popular diz: “quando se esta muito perto nao se pode ver com clareza, e preciso tentar de novo, de longe, de um outro angulo.”

  4. imagenesycomentarios

    Obrigado Lorenna pelo teu comment!

  5. Olá. Sei que o assunto já é meio passado mas gostaria de comentar. Primeiramente, acho que as diversas críticas que o autor do texto (que acredito não se tratar do Jabor, tenho certeza de que por mais que ele possa pensar coisas parecidas ele não se exporia tanto p/ a op. pública) faz ao brasileiro em sua cultura e comportamento são decorrentes de uma típica estrutura de pensamento que assola diversos países latino-americanos. É a idéia de se projetar no outro, no caso, o europeu, vislumbrando um modelo ideal de civilização, conduta e intelectualidade. Feito isso, fica fácil concluir que correremos sempre atrás, visto que aguardamos parâmetros prontos que definitivamente não se encaixam a diversos pontos de nossa cultura, seja por heranças históricas ou mesmo estruturais. Daí nosso “fracasso”. Ou melhor, nosso complexo de inferioridade. Por muitas vezes esquecemos o que quer dizer ser brasileiro, ou ser latino-americano, para antes perguntarmo-nos “o que é ser civilizado?”. Não raro buscamos respostas a essas questões em pensadores do velho continente que já vinham desenvolvendo teorias que, por mais que possam aspirar à universalidade em seu discurso, certamente foram moldadas dentro de uma realidade específica e com interesses próprios. Seus modelos foram adotados por seus países e de certa forma impostos a nós, em um processo de persuasão cultural que persiste até hoje. Esse é apenas um ponto. Não é dizer que, se quisermos relativizar as coisas, poderemos enxergar um Brasil que vai bem, só que “à brasileira”. Não é isso. Basta pensar que diversas coisas nos incomodam de fato. Mas acho importante chamar a atenção para a perversidade potencial de visões como essa do falso Jabor, pois elas contribuem para a perpetuação de um quadro que, como fora feito com países colonizados nos séculos XVI e XIX, tenta provar a africanos e sulamericanos a própria imferioridade. Um quadro que tenta provar a nós mesmos que somos inferiores. Cuidado, pois ELES já estão convencidos disso há muito tempo, antes mesmo de lerem Hegel.
    Gostaria de continuar a discussão e então convido nosso colega que abriu o post a comentar por que, em sua opinião, a Argentina poderia ser a protagonista deste texto, em muitos de seus aspectos. Fiquei curioso!
    Abrazos y hasta la vista!

  6. vai toma no cú

  7. TEXTOS COMO ESSEs MOSTRAM Q O PAÍS NÃO ESTÁ BEM…. É UM ATO DE DESESPERO… EU CONCORDO… E AGORA ESTÁ HORA DE REFLETIR SOBRE O QUE PODE SER MELHORADO PARA O PROGRESSO DO BRASIL, DA ARGENTINA E DA AMERICA LATINA.

  8. porém foi MUITOO GENERALIZADO … o brasileiro é diferente em mtos aspectos como é tratado pelo autor….

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